Ierê Ferreira
Quer negar, fique a vontade,
Mais eu sei que o nosso amor
Tem Raiz
E essa é a minha verdade!!!
De: Arlindo Cruz e Jr
Por Maria Rita
Fiz uma canção
Pra declara minha saudade
Do tempo em que a alegria dominou
Meu coração
Eu era bem feliz,
Mais desabou a tempestade
Levando um lindo sonho
Pelas águas da desilusão
Eu fiz uma canção
Pra declara minha saudade
Usei sinceridade, que me da,
A certeza que você
Quando ouvir o meu cantar
Vai se lembrar que deixou
Do lado esquerdo do meu peito
Essa dor
Que ta difício de curar
Tenho certeza que você
De onde ouvir
Meu soluçar em forma
De uma canção
Vai se lembrar
Que o nosso amor é tão bom
E que pra sempre vai durar!!!
Amor da minha vida.
Wilson das Neves e Paulo César Pinheiro
Tu és o sol que faz brilhar, meu bem,
Cada manhã da minha vida
Tua presença é que me da
Motivação pra prossegui na lida
O teu olhar e que mantém
A minha chama sempre acesa
O teu sorriso é um farol
Me guiando nas noites de tristeza
Tu és o bem mais importante que eu ganhei
Afirmo e não vacilo
Sem ter de noite um beijo teu
Eu já não durmo mais tranqüilo
Tu és a paz que eu sempre quis a me esperar
Pra me esquecer dos problemas da rua
E a esperança de que alem da vida na tua vida
A minha continua
Tu és alguém que eu esperei um dia achar
Pra em fim poder me realizar
Dando sentido a esse meu caminho
Tu és a luz que veio pra me acompanhar
Me incandescer, me iluminar,
Não me deixe mais ficar sozinho
Tu és enfim tudo que alguém já quis ganhar
Não necessito mais sonhar
Nenhuma ilusão perdida
Ganhei de Deus
O que eu jamais pude supor
Porque tu és o meu grande amor
O grande amor da minha vida!

O que é o amo
De: Arlindo Cruz, Maurição, Fred Camacho.
Por: Maria Rita
Se perguntarem o que é o amor pra mim
Não sei responder
Não sei explicar
Mais sei que o amor nasceu dentro de mim
Me fez renascer
Me fez despertar
Me disseram uma vez
Que o danado do amor pode ser fatal
Dor sem ter remédio pra curar
Me disseram também
Que o amor faz bem
E que vence o mau
Até hoje ninguém conseguiu
Definir o que é o amor
Quando a gente ama brilha mais que o sol
É muita luz
É emoção
(o amor)
Quando a gente ama é o clarão do luar
Que vem abençoar o nosso amor!!!
E Deus ta vendo.

Fotos: Ierê Ferreira
Por sobre o mar azul
Ierê Ferreira
Queria voar com você
Por sobre o mar azul
E conquistar o espaço que eu sei
Fiz por merecer.
E te fazer enxergar no espelho das águas
O reflexo das minhas asas
Ouvindo a canção que escrevi pra você.
E com o vento da liberdade no rosto
Sentir o gosto de estar aprisionado nos teus braços,
Pousar, confinado nos teus beijos.
E ser sentenciado a morrer de prazer.

Foto: Ierê Ferreira
Rifa-se um coração
Autoria de Clarice Lispector
Rifa-se um coração
Um coração idealista
Um coração como poucos
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque
Que insiste em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração
Que, na realidade, está pouco usado
Meio calejado, meio machucado
E que teima em alimentar sonhos e cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente
Que nunca desiste
Um leviano
E precipitado coração
Que acha que Tim Maia estava certo quando escreveu:
"Não quero dinheiro, quero amor sincero, isso é que eu espero!"
Um idealista
Um verdadeiro sonhador.
Rifa-se um coração
Que nunca aprende, que não endurece
E mantém sempre viva a esperança de ser feliz
Sendo simples e natural.
Um coração insensato
Que comanda o racional
Sendo louco o suficiente
Para se apaixonar.
Um furioso suicida
Que vive procurando
Relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração
Que insiste em cometer
Sempre os mesmos erros.
Esse coração
Que erra, que briga, se expõe
Perde o juízo por completo
Em nome de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes,
Revê suas posições
Arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido
Tantas vezes provocado
Tantas vezes impulsivo
Um coração para ser alugado
Ou mesmo utilizado por quem gosta de emoções fortes.
Um coração abastado
Indicado apenas para quem quer viver intensamente.
E, contra indicado para os que apenas pretendem passar pela vida
Defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração
Tão inocente
Que se mostra
Sem armaduras
E deixa louco
O seu usuário.
Um coração que, quando parar de bater, ouvirá seu usuário dizer:
"O senhor pode conferir, eu fiz tudo certo, só errei quando coloquei sentimento,
Só fiz bobagens e me dei mal quando ouvi este louco coração de criança,
Que insiste em não endurecer se recusa a envelhecer."
Rifa-se um coração
Ou até mesmo troca-se por outro que tenha um pouco mais de juízo,
Um órgão fiel ao seu usuário
Um "amigo do peito" que não maltrate tanto o ser que o abriga
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração
Cego, surdo, mudo
Mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda não foi adotado.
Provavelmente, por se recusar a cultivar ares selvagens ou racionais
Por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio, sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano,
Um impulsivo membro de comportamento até meio ultrapassado,
Um modelo cheio de defeitos que, mesmo estando fora do mercado, faz questão de não se modernizar.
Uma vez por outra constrange o corpo que domina.
Um velho coração que convence seu usuário a publicar seus segredos,
A ter a petulância de se aventurar como poeta.

Foto: Ierê Ferreira
Meu Orgulho.
Meu orgulho é de ti ver linda refletindo toda essa luz...
Meu orgulho é de ti conhecer de perto e cada vez mais perto acerto o canto,
E o tanto que mi encanto, quando a ti, me conduz.
Meu orgulho é ter o seu sorriso sublinhando o meu olhar...
Meu orgulho é a tua capacidade de resgatar os meus sonhos.
E eu componho uma canção pra ti presentear
Onde, a melodia é a doze mais forte.
E vai de sul a norte, de mão dadas com a serena harmonia
Que transa com a noite até o nascer do dia.
Que corre quente pros braços da tarde,
Circulando como o sangue nas veias.
E a chama do amor encandeia o mar,
E eu me orgulho de ti...
E me orgulho de tanto ti amar!!!

Foto: Ierê Ferreira
Estações duvidas.
Ierê Ferreira
O meu amor não me deixa duvidas
Mesmo quando as estações do ano se confundem.
Mesmo quando a primavera não espera uma flor.
Mesmo quando o inverno arde de calor.
Meu amor não me deixa duvidas
Mesmo quando o outono azul congela a nossa cor
Mesmo quando o verão de raios chove tanto horror
O meu amor não me deixa duvidas
Mesmo quando as estações do ano se confundem!!!

Foto: Ierê Ferreira
Chuva no calor de Itapuã.
Ierê Ferreira
No intimo da minha solidão
Assisto o seu filme
Onde eu sou o ator principal e você coadjuva
Em meio a uma fina chuva
No calor de Itapuã!!!

Foto: Ierê Ferreita
24 E 25 DE MARÇO 2007 – MARINA DA GLÓRIA
Roda de Samba com o grupo Terno de Cambraia e convidados

24 E 25 DE MARÇO 2007 – MARINA DA GLÓRIA
Troféu Negro Em Cena

Abdias Do Nascimento Homenageado

Antônio Pompeu e o homenageado Joel Zito

Preta Gil recebeu a homenagem plelo pai Gilberto Gil

24 E 25 DE MARÇO 2007 – MARINA DA GLÓRIA
Oficinas de Dança Grupo Kinamutêmbua, grupo Makala e Tambor de Criola




24 E 25 DE MARÇO 2007 – MARINA DA GLÓRIA
Exposição fotográfica
Fotos: Ierê Ferreira


Exposição de vestimentas de Orixás
Roberto D'Otulu

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